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O Tribunal de Contas da União (TCU) enviou relatório ao ministro Flávio Dino sobre emendas parlamentares executadas sem plano de trabalho apresentado. O documento aponta casos envolvendo ministros e líderes do governo Lula e da Câmara, incluindo o ex-presidente. A falta de transparência nas indicações é criticada pelo TCU.

Ministra Gleisi Hoffmann reúne ministros do Centrão hoje em Palácio do Planalto para discutir estratégias contra aprovação de projeto de lei de anistia a envolvidos nos atos golpistas. Participarão ministros de MDB, PP, União Brasil, PSD e Republicanos. O objetivo é encontrar maneiras de impedir a aprovação do projeto que visa beneficiar os envolvidos nas tentativas de golpe contra o governo democrático no país. A reunião busca unificar as forças políticas para defender a justiça e a integridade institucional, garantindo que os responsáveis pelos atos anti-democráticos sejam responsabilizados pelas suas ações.

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS vai intensificar os trabalhos e realizar três sessões por semana para analisar a grande quantidade de material. O objetivo é apurar irregularidades dentro da instituição. A primeira reunião, marcada para segunda-feira, 8, contará com a presença de Carlos Lupi, que foi presidente do INSS entre 2007 e 2011. A CPMI tem como foco o gerenciamento dos recursos financeiros do órgão e identificar possíveis desvios ou irregularidades. O senador Carlos Viana (Podemos-MG) é o presidente da comissão responsável por investigar as denúncias de corrupção dentro do INSS.

Terremoto deixa mais de 600 mortos e 1.500 feridos no Afeganistão, desafiando os recursos da nação que já enfrenta crises humanitárias. As autoridades relatam que o número de vítimas pode aumentar após a busca por sobreviventes nos escombros. Helicópteros estão sendo usados para transportar feridos para hospitais, enquanto as equipes trabalham para resgatar pessoas presas debaixo das ruínas. O terremoto é considerado um dos piores da história do Afeganistão, e sua magnitude está entre os mais fortes a atingir o país nos últimos anos. A situação humanitária no Afeganistão já era crítica devido à guerra civil e fome, e este desastre pode agudizar ainda mais as condições.

Em meio à crise diplomática entre Brasil e Israel, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), enviou seu secretário para uma missão oficial em Israel. A viagem foi articulada pela Frente Parlamentar em Defesa da União entre Brasil e Israel, criada na Assembleia Legislativa de São Paulo. Essa ação ocorre enquanto o presidente Lula e o premiê Netanyahu mantêm uma relação tensa, causando preocupação com as relações bilaterais. O governador paulista busca fortalecer os laços comerciais e políticos entre os dois países, apesar da crise diplomática. A viagem do secretário de Tarcísio é vista como um sinal de que São Paulo não se alinha com a posição do governo federal em relação à crise.

A CPI do INSS aprovou convocações para ouvir 55 pessoas, incluindo um acordo que blindará Frei Chico, vice-presidente do Sindicato dos Servidores do INSS e irmão do presidente Lula. O acordo foi feito em troca de estender o escopo de investigação da comissão ao período do governo de Dilma Rousseff. Isso significa que a CPI agora poderá investigar eventuais irregularidades no período do governo de Dilma, além das suspeitas de corrupção e mau gerenciamento do INSS durante os governos Lula e Michel Temer. A decisão foi tomada após negociações entre governistas e oposição, garantindo que Frei Chico não seja convocado a prestar depoimento.

Parlamentares do PL e partidos do Centrão são os mais afetados pela trava na liberação de emendas Pix. De acordo com dados da plataforma Transfere.gov, 525 pedidos de transferências especiais foram bloqueados, totalizando R$306 milhões. A maioria desses blocos está relacionada ao descumprimento de critérios ligados à transparência e rastreabilidade. O levantamento do GLOBO revela que os parlamentares mais afetados pela medida são da base governista, o que pode causar desconforto para o governo Bolsonaro, principalmente em uma época de eleição. A situação pode levar a discussões sobre a gestão dos recursos públicos e a transparência no uso das verbas do orçamento.